Ele se chama… Antônio!

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Encantar leitores com guardanapos recheados de pequeníssimas poesias e enormíssimos sentidos: é isso que “Eu me chamo Antônio” tem feito por aí… Quero dizer: por aqui mesmo, pela web… Um projeto que nasceu ao acaso na solidão de um balcão de bar e ganhou uma multidão de seguidores nas redes sociais. O autor é um jovem redator publicitário (e agora também escritor) que, enquanto puder, prefere resguardar sua real identidade. Afinal, não é fácil saber o que fazer quando milhares de olhos se voltam para você de uma hora para outra, principalmente quando se é tímido. Bem tímido.

Como nasceu essa entrevista – Parte 1
(Dentro de mim, quando vi os guardanapos pela primeira vez)

Sim, ele é um poeta.
Novo. Muito novo. De hoje. Bem agora.
Mas será que existe mesmo?
Bem, um amigo disse que ele meio que se chama Antônio e que totalmente mora perto de mim.
Ou será que mora em mim?
Bem… Ele pode ser eu.
Sim, escrevi aqueles versos aqui por dentro de mim, e alguém postou… Hackearam meu coração. Lógico: tudo é possível nos dias de hoje.
Não, não escrevi aquilo ali. Sou mulher e quem escreveu aquilo ali foi um homem.
Ai que lindo! Um homem! Estou apaixonada por ele!
Não…
Me apaixonei pelo que ele diz.
Não…
Pelo que escreve.
Não…
Pelo que expressa… Da forma que expressa.
Ai, a poesia. Ufa… É só a poesia.
Sim, poesia… Sempre ela… Dando sustos.
Não…
Dando suspiros…
Eu amo poetas e poesias… Alimentam meus suspiros. É isso. Só isso. Tudo isso.

Como nasceu essa entrevista – Parte 2
(SMS da Nany Prata)

Ela: Viu o cara que se chama Antônio no FB?
Eu: Vi. Quero dizer, li.
Ela: Quanta poesia, né?
Eu: Muita. Demais.
Ela: Sei que já entrevistou outros poetas, outros artistas… Então: converse com ele para a gente colocar lá na Mambembe!?
Eu: … Ai… Será? Sei lá…

Como nasceu essa entrevista – Parte 3
(No muro, grafitando)

Nany: Hoje vou grafitar uma daquelas frases dos guardanapos…
Eu: Uau! Que boa ideia! Tudo a ver!
Nany: E você?
Eu: Vou fazer uma bailarina pelada e descabelada. De cabelão bem doido.
Nany: Estou querendo saber da entrevista… Se você está empolgada!
Eu: Ah… Acho que sim… Mas… Sei lá. Fiz isso profissionalmente durante tanto tempo… Até topo fazer, mas num formato diferente. Bem longe das regras do bom jornalismo.
Nany: Tranquilo, claro! Danem-se as regras! Está liberada para subverter.

Como nasceu essa entrevista – Parte 4
(Inbox no Facebook)

Oi. A Nany me pediu para te entrevistar. A primeira pergunta é: é verdade que você mora aqui no meu bairro?
Hahaha. Sim, a duas quadras de você. Todos os meus guardanapos nasceram naquele bar da esquina.

Me disseram também que você não gosta de falar…
Sou tímido. Posso responder em guardanapos?

Talvez. Mas por agora, me responda apenas: quando ou como você se descobriu escritor?
Acho que colocar palavras no papel foi a forma que encontrei para domar minha ansiedade. Minha cabeça não para quieta, sabe? Se eu não escrever, não durmo. Preciso me esvaziar, sabe?

Claro que sei… 😉
Acho que não me descobri ainda, não me acho “escritor”. Só coloco palavras no papel (e, agora, nos guardanapos). Acho que a arte é isso: fazer o que você pode com aquilo que você tem. Há muito silêncio em mim, e essas frases são meu grito. E não é amor-fofo. Alguns são quase pequenas depressões, pequenas confissões, pequenas confusões. Quando escrevo não me sinto tímido porque estou, de certa forma, distante.

Você se imagina fazendo os guardanapos por muito tempo? 
Comecei há umas semanas e não consigo parar…

Como nasceu essa entrevista – Parte 5
(Gravando!)

Quando entramos na fan pageEu me chamo Antônio’, a única explicação é: “Antônio é um personagem de um romance que está sendo escrito, vivido”. Você está escrevendo mesmo esse romance?
Estou. Mas Antônio, na verdade, é um personagem desse romance. E de repente vai ser um cara que escreve em guardanapos também. Ainda não sei. Mas estou escrevendo.

Mas está escrevendo mesmo no papel ou só na sua cabeça?
É que tem um romance dentro do romance. Toda a ideia do romance e do romance de dentro já está pronta. Só falta sentar e escrever. E estou sem tempo. Mas já tá tudo pronto. Só falta escrever o livro, que é a parte mais fácil, né?

Significa então que você já estruturou os capítulos e tudo?
Já. Quer dizer: eu acho que já. Botei a ideia no papel. Não sei se na hora de escrever vai mudar alguma coisa, mas se chama mesmo “O Romance Inacabado”. Porque é tudo mesmo meio inacabado no livro.

É tudo mesmo totalmente inacabado em tudo…
O romance é sobre uma garota só?
Garota?

É.
Não! Não. Não.

Não tem nada de garota?
Tem um romance, que a gente não sabe se o romance que ele está escrevendo é inacabado, se o romance que eu estou escrevendo está inacabado ou se o romance dele com a personagem é inacabado. Ah, tem uma história de amor, mas não é nhem-nhem-nhem, não. É um amor bonito, assim, impossível: eles nunca se encostam.

Amor impossível bonito?
É.

Então a gente pode considerar os guardanapos como teasers do livro?
Exatamente. A ideia blog era essa: cativar leitores para uma história que um dia vai nascer. E essas frases podem surgir no livro também. Nenhuma frase ali é à toa. Pelo menos a maioria não é à toa. Elas podem aparecer no livro de alguma forma, como no mural do Antônio, já que ele tem uma parede gigante branca no jardim dele, onde escreve frases.

Lá na sua descrição da página no Facebook, você diz que adora silêncio, distância, girafas e amores impossíveis. Eu queria falar disso. Você diz que gosta de silêncio, mas está fazendo o maior barulho na Internet. Isso, de certa forma pode estar incomodando?
Não, pelo contrário, estou gostando. Mas eu gosto de ficar em silêncio. O barulho é consequência do guardanapo. Eu mesmo estou em silêncio ainda. Para mim é uma dificuldade sair, falar. Não gosto.

Entendo. Sou igual. Parece que faz parte da personalidade do escritor.
Eu gosto de falar no guardanapo, no papel. Foi uma coisa que me surpreendeu muito… Eu não esperava isso: oito mil pessoas na fan page, em dois meses.

E vai crescer mais…
Não sei…

Claro que vai…
Não sei. Talvez uma hora vá enjoar. Não sei.

Você diz também que gosta de distância. Sabe, eu achava que também gostava de distâncias, até descobrir que escrevia para me aproximar das pessoas. Se não fosse a escrita, eu jamais chegaria às pessoas. Tanto as de longe, quanto as de perto. Então, você diz que gosta de distância, mas escreve e assim acaba por se aproximar.
É verdade. Contradição total, né? É como o silêncio que faz barulho… Mas na verdade eu gosto da distância porque acho que ela inspira. Meu pai mora na Suíça. Tenho duas irmãs, que moram longe também. Meus amigos de infância estão todos no mundo. Eu acho que isso ajuda a alimentar a poesia, a escrita.

Pois é, aí entra a parte de amores impossíveis, que você diz gostar também. Só pode ser para alimentar a escrita, né?
É.

Escrever é melhor do que viver?
Não sei. Acho que na minha vida, por acaso, surgiram vários amores impossíveis. Não sei se escolhi viver isso… Impossíveis não no sentido de não terem acontecido, mas de não terem ido para frente. E talvez silêncio e distância sejam igual a amor impossível, né?

É. E é triste.
Para o poeta é triste, mas para a poesia é bonito. Emocionalmente é ruim, mas como ferramenta de trabalho é maravilhoso.

E o que a girafa está fazendo no meio da lista de coisas que você gosta?
Nasci no meio delas, lá na África. Meus pais atribuíram um animal africano para cada filho e eu fiquei com a girafa. Uma irmã ficou com o hipopótamo, a outra com o elefante e a outra com o camelo.

Nossa… Achei que teria uma explicação bem filosófica para o fato de você gostar de girafas. O que seus pais foram fazer na África?
Meu pai trabalha com ajuda humanitária e foi enviado para algumas missões na África, principalmente no Chade, onde nasci, e em Cabo Verde. Mais tarde vi que, inconscientemente, eles acertaram na escolha: a girafa é um poeta de quatro patas e incontáveis manchas, que vive com os pés no chão e a cabeça nas nuvens.

Há muitos anos, entrevistei o poeta Nicolas Behr, e ele disse que essa coisa de que os poetas têm a cabeça nas nuvens é um estereótipo. Ele acredita que a inspiração dos poetas está no cotidiano. Que não existe gente mais ligada à realidade do que um poeta. A partir daquele dia, daquela resposta, mudei completamente o meu pensamento sobre isso…
Sim, sim! Concordo com ele! Mas também acho que o poeta precisa dialogar com as nuvens, mesmo que crie os diálogos com as palavras que ele encontra aqui no chão. Afinal, as referências são desse mundo. E ele precisa ser compreendido por quem habita aqui. Mas as ideias são encontradas quando as mãos do poeta (ou o pescoço da girafa) se estendem para o céu para catar qualquer sintoma de poesia, é quase divino.

Quero te contar que parei de curtir e de comentar os guardanapos porque eu curto e tenho vontade de comentar todos. Parei para não parecer chata, a presidente do fã clube.
Já eu queria achar um jeito de parar de postar um pouco, porque a ideia vem, e eu não consigo não postar. Posto muito, muito, muito. Não tem um dia que eu não poste quatro ou cinco coisas. Mas toda hora vem uma ideia nova, e eu quero, e preciso, escrever. E funciona muito mais como agenda para mim: o que eu pensei aquele dia…

Ah, para mim também é assim. Minha página é um super diário, para a qual eu volto para ver certas coisas. É muito mais para mim que para os outros.
Exatamente. Acho que é isso: muito mais para mim que para os outros. E eu estou tentando achar uma forma de preservar meu perfil pessoal. As pessoas estão começando a me adicionar no perfil pessoal, e isso está me incomodando. Não acho ruim, mas é estranho aceitar ser amigo de quem não tenho ideia de quem seja.

O povo quer ser seu amigo por causa da identificação com a sua arte, que é muito forte. Já parou para pensar e viajar nessa coisa da identificação?
Sim. E é muito louco. Porque, às vezes, acho alguns guardanapos muito simples. Coisa que qualquer um faria. Eu não sei por que deu certo.

Qualquer um faria, mas não fez. Então o artista é você, e eles são os burocratas. Por isso deu certo.
Não sei. Mas o fato de ser simples é ótimo, porque todo mundo entende, por mais que seja um trocadilho. Não há palavras rebuscadas.

Mas não deixa de ser bem inteligente.
E agora estou tentando colocar a interferência de um desenho minimalista, às vezes. Porque eu estava achando os guardanapos muito vazios. Mas aí eu volto de novo para o primeiro guardanapo, só com o desenho das letras. Esse exercício tem me ensinado tanto a enxergar quanto a valorizar a importância do vazio.

Com o ó bailarino, com aquele braço de balé, que eu amo!
Eu gosto também!

Com o sucesso dos guardanapos, acabou que o romance do Antônio foi para o final da sua lista de prioridades, e você está produzindo um livro só com as imagens dos guardanapos…
Sim. A ideia é essa. Estou fazendo. Mas, por falar em livro, você não vai fazer o “não duvide:” em formato de livro, não?

Não. Aquilo não é para virar livro, não. Um livro de onze versos? Ele nasceu para ser de muro mesmo. Livre por aí…
Mas é aquilo que já te falei: você tem que fazer um livro-adesivo, que dê para destacar as páginas. O leitor cola onde quiser. Você tem que conseguir patrocínio para isso, contatos… Porque é um livro que não acaba, né? Tudo pode virar “não duvide:”.

Essa ideia é muito boa!
Olha só: você perguntou se eu achava sua arte sincera, por causa daquilo que te disseram… Vamos falar disso.
Não. Não, vamos colocar isso não.

Vamos colocar sim.
Não, por favor.

Vamos colocar sim, vamos polemizar, poxa. Sem pimenta não tem graça. A pessoa que te falou aquilo é do seu trabalho?
Não. Mandou inbox.

Então, vamos falar!
Mas ela não falou de um jeito maldoso, não. Acho, inclusive, que tentou ajudar. Só não entendi direito o que ela quis dizer. Também eram duas da manhã… Por isso acho que não vale a pena polemizar.

Por causa dela você ficou com um nó no peito e me perguntou se eu achava sua arte sincera, porque ela disse que achou algumas coisas um pouco forçadas. Respondi que gosto tanto da sua arte, que acho tão de coração, que por isso ia te entrevistar, sem ninguém me pagar nada por isso, numa situação de meio tempo na vida, no amor, na saúde e no trabalho, quer dizer: toda meio lascada… Mas o mais importante é: você acha a sua arte sincera?
Sim, pô! Se eu perco meu tempo escrevendo guardanapos e fotografando… Tudo é sincero! Passa pela minha cabeça, e eu não resolvi guardar para mim… E não é uma frase do Chico Buarque… É uma frase minha… E não pedi para um profissional desenhar. Eu mesmo desenho… Então claro que é sincero! Não existe nada tão sincero na minha vida.

Aí mais de 8 mil pessoas, na maioria mulheres, te curtem, te amam, querem te conhecer… E apenas uma resolve não gostar e falar. É ruim, né? Mexe com a gente!
Ruim. Muito ruim. Papo de quase não conseguir dormir.

A gente é artista e quer ser só amado, né? Mas acho que tem que aprender a conviver com isso…
É, mas as pessoas constroem isso também. Não quero que os guardanapos virem ídolos teen. Muitas meninas escrevem dizendo que eu falo tão bem de amor. Mas não sei se meus guardanapos falam de amor…

…Eles falam de sentimentos. E isso, vindo de um homem, é bem inédito.
Mas também tem humor, sátira, política… E tem um limite de espaço, que sempre me poda. Pode parecer fácil, mas escrever frase é difícil. Muito mais que um livro.

É sim. Eu também faço esse exercício, que chamo de escrito Naïf.
Como dificuldade, tem também a falta do word para me corrigir. Já aconteceu de dois guardanapos irem com erro, que eu deixei. Acho bonito. É um erro consciente, então não é um erro: só não deu para consertar.

As frases são ficcionais, mas os guardanapos são um objeto tão real. Será que é isso que mexe com as pessoas?
É… De uma coisa feita para limpar a sujeira da boca, procuro dar certa beleza literal: beleza de sentido, beleza tipográfica, beleza sincera. Não é a beleza mais bonita do mundo, mas é a beleza mais bonita que eu consegui colocar para fora do mundo mudo que grita em mim.

Ah, poeta…
Tomara que um dia alguém diga que é arte e que valha alguma coisa.

Tomara…
Projetos para 2013?
Um blog com textos maiores, usando os guardanapos como títulos para desenvolver a ideia. Como uma manchete. Manchete de sentimento. Não tenho muita paciência (nem muito tempo) para escrever muito, mas vou sentar e escrever ao menos umas linhas a mais. Outro projeto é o livro “Antoniologia Poética”, com imagens desses guardanapos já conhecidos e o livro “Cicatriz Coadjuvante”, com 40 guardanapos inéditos de dor, ausência… De tudo que é rasgado. Tenho ideias também de exposições, livros de historinhas curtas como alguns do Mario Quintana. Acabei de fazer uma exposição encomendada, com 60 guardanapos para uma festa. Foi a primeira vez dos guardanapos off line. Achei bem legal.

Desse jeito o romance do Antônio foi mesmo para o final da lista de prioridades!
É…

A marca “Eu me chamo Antônio” é tão filosófica, bonita e artística… Porque esconde e revela. É uma confissão, porque é o seu nome, mas não é como você é conhecido no seu mundo.
Eu tinha pensado em vários nomes filosóficos, com trocadilhos e tudo, mas acabei indo para o mais simples… Que é mesmo o meu nome.

É. E que ninguém sabe…
Exatamente. Por isso que ao mesmo tempo é um mistério.

Isso combina tanto com a sua arte porque a poesia esconde e revela o tempo todo… Cada guardanapo é uma confissão, assim como a marca…
Nunca tinha parado para pensar assim, mas acho que concordo com você.

Como nasceu essa entrevista – Parte 6
(Relendo e pensando…)

A entrevista ficou grande, enorme. Não era a intenção. Mas renderia muito mais: a história do primeiro poema, que falava de saudade e foi recitado na escola por uma menina chamada Sofia; a parte do contato com a Língua Portuguesa, que passou a integrar a vida dele só pelos 12, 13 anos; o mau humor de não querer associar a página fictícia à página pessoal no Facebook, mas, ao mesmo tempo, de não querer ser indelicado com os amigos sobre esse assunto; a recente viagem internacional, que adiou nossa gravação; minha alegria de me sentir espelhada, contemporaneamente, por um artista vizinho; a composição estética dos guardanapos (vazios+imperfeições+etc); minha felicidade de a traquinagem ter dado certo: papo vai, papo vem, adorei conhecê-lo; as muitas coincidências de vida; a certeza de que um perfil careta, jornalisticamente correto, virá em breve (por um ou mais jornalistas caretas e politicamente corretos)… Afinal, ele é novo e tem projetos originais. Ainda vai render muita notícia. Todos esses assuntos, eu adoraria aprofundar. É a minha cara ir além… Mas o importante mesmo, para mim, que vivo em meio a tantos personagens (de dentro e de fora), é ter assegurado que ele é mesmo poeta. De agora. E existe. E não mora apenas bem perto de mim. Está on line para o coração do mundo, deixando a vida pulsar, o tempo todo, bem perto de quem quiser. Isso tudo aqui não foi bem uma entrevista. Foi só um papo publicado, ao sabor da web: meio fragmentado, meio qualquer coisa, meio preguiçoso ou fluido, à moda dos poetas, ou à moda dele mesmo… Uma entrevista inacabada…

Ah… Faltou falar também do Tumblr, uma ferramenta na web, que não tenho a menor noção do que significa e que foi onde começou o sucesso dele… Mas isso vocês podem procurar saber, né?

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4 Respostas to “Ele se chama… Antônio!”

  1. Amanda Says:

    A cada dia mais encantada com esse poeta tão misterioso e ao mesmo tempo tão sincero! continue escrevendo e leve em frente esses projetos, porque pode ter certeza que continuará fazendo muito sucesso, cada vez mais!

  2. Josè Antonio Says:

    Muy buena entrevista, espero un dia poder leer es libro, cuanta sensebilidad, realmente, poesìa pura.

  3. Kita Nardin Says:

    Achei maravilhosa a entrevista !! intrigante tbém, tanto mistério , já até fui além , tentei imaginar o Antônio, um rapaz cheio de idéias, os pensamentos a mil por hora , tanto sentimento que brota do coração que deve chegar até sufocar, mais ele tem um jeitinho todo especial : Coloca tudo num guardanapo e nos presenteia !! Adoro , muito sucesso e continue nos presenteando ainda mais !!

  4. Thainá D. Says:

    Ele é ótimo…
    E que bela entrevista!
    Adorei o formato, não convencional, adorável…
    Bonito demais!

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